❝ É engraçada a idolatria com que você recheia cada ato patético.
Adorar alguém tão inatingível é a receita para desgraça, para um auto-flagelo que de nobre não tem nada.
Viver se esgueirando por entre sombras, catando restos, colhendo pedaços atirados ao chão nem chega a ser uma existência, que dirá vida.
Te dá algum prazer vir aqui e tomar algo para tornar público em teu nome?
Pegue essas imagens estáticas, todas as fotos sem cores.
Não preciso dos louros do reconhecimento. O que existe de mais sagrado, em minha concepção, mora em mim.
Teus álbuns carregam toda a paixão que você adoraria poder demonstrar com atos.
Pobre diabo!
Adorar alguém tão inatingível é a receita para desgraça, para um auto-flagelo que de nobre não tem nada.
Viver se esgueirando por entre sombras, catando restos, colhendo pedaços atirados ao chão nem chega a ser uma existência, que dirá vida.
Te dá algum prazer vir aqui e tomar algo para tornar público em teu nome?
Pegue essas imagens estáticas, todas as fotos sem cores.
Não preciso dos louros do reconhecimento. O que existe de mais sagrado, em minha concepção, mora em mim.
Teus álbuns carregam toda a paixão que você adoraria poder demonstrar com atos.
Pobre diabo!
— Luna, o satélite que você ama orbitar.









